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23/02/2017

Renault Captur entra na briga dos compactos


O veículo foi desenhado pelo estúdio francês da marca com auxílio de designers brasileiros.

A Renault do Brasil iniciou em 2017 o ciclo de lançamentos de seus novos utilitários esportivos. Dos três lançamentos previstos, o primeiro a ser lançado foi o Captur, um veículo com desenho atraente e com preço bastante competitivo. 

O Captur, um pouco maior que o carro do mesmo nome produzido na Europa, uma vez que no Brasil usa a plataforma do Renault Duster, chega com duas versões para o consumidor brasileiro: a Zen com motor 1.6l SCe e câmbio manual de cinco velocidades (mesmo powertrain do Sandero Stepway) e Intense, com motor 2.0 l e câmbio automático de quatro velocidades. 

A primeira versão usa o novo motor da marca, já em uso no Sandero, Duster e Logan, que rende até 120 cv de potência. Com esse motor, o Captur só é vendido com câmbio manual. Externamente, praticamente não há diferença entre o modelo de entrada e o mais sofisticado. Até as rodas de liga-leve têm o mesmo tamanho: 17 polegadas. A segunda versão, a Intense, traz um motor de 2 litros e câmbio automático de quatro velocidades (148 cv com etanol e 143 cv com gasolina). 

O Captur, com seu estilo francês, chegou recheado de tecnologia, disponível inclusive na versão de entrada. O carro chama a atenção também pelo seu estilo de pintura biton com o teto em uma cor e o restante da carroceria em outra. 

As linhas do modelo foram desenvolvidas pela Technocentre da Renault, na França, em parceria com o Renault Design América Latina (RDAL), estúdio que funciona em São Paulo. A dianteira traz luzes diurnas de LED, no formato de "C" ao redor dos faróis de neblina, que alongam a grade inferior, transmitem elegância. Os faróis têm desenho fluído, enquanto o capô tem dois vincos bem marcados. A lateral é musculosa e as rodas de aro 17 se integram bem a esse desenho. Na traseira, o destaque são as lanternas em LEDS, ponteira de escapamento cromado e friso cromado abaixo do porta-malas que percorre quase toda a extensão do para-choque.

O modelo pode ser comprado em 13 combinações de cores, incluindo nove combinações em biton. O teto pode ser preto ou marfim.

O veículo tem 4,33 m de comprimento e 2,67 de entre-eixos, ou seja, tem praticamente o mesmo tamanho que o Duster. Seu interior tem uma boa quantidade de porta-trecos (12) e conta com bom porta-malas (437 litros).

O Captur traz várias inovações técnicas, mas peca por trazer um câmbio com quatro velocidades na versão com motor 2.0, um tipo de transmissão pouco usada hoje em dia. O desempenho do carro é bom e chama a atenção o capricho no acabamento interno e o isolamento térmico e acústico, de primeira qualidade.


Elegância discreta 

O Renault Captur é um utilitário bonito. Seu desenho o diferencia da maioria dos modelos do mercado e passa a impressão de um veículo sólido. A posição do motorista é boa, alta, com o ponto H 0,708 m em relação ao solo. A ergonomia também é muito boa com todos os comandos ao alcance das mãos. Poucos veículos lançados ultimamente têm o mesmo isolamento acústico que o modelo. Sem ser exageradamente grande, sua arquitetura transmite a sensação de segurança no trânsito urbano. A suspensão foi bem trabalhada e a primeira impressão é de um veículo estável, que encara bem as curvas, apesar de ser alto (1,62 m). 

Embora o mercado dos SUVs compactos seja disputadíssimo, o Captur chega com algumas vantagens para enfrentar a concorrência e a principal delas é o custo-benefício. 

Imagem: Renault Captur entra na briga dos compactos
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